Punk Marketing

A Revolução Punk 

Esta música é para acompanhar a leitura …

Espero que vos recorde bons momentos …

 

 

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A Revolução contra o sistema instituído toma forma ideológica através do Punk.

Rasgar com os padrões que a sociedade impõe como modismo, mostrando a revolta pelo marketing, produzido até ao momento é premente.

Buscado nas raízes do movimento e cultura Punk, esta técnica de marketing rompe com o marasmo actual.

Começo por fazer uma resenha histórica e explicativa do que é o movimento Punk, para que o leitor possa encontrar explicações claras, e respostas, na forma como se aplica a técnica, se nos traduz.

Quem não se lembra das figuras com cortes de cabelo em forma de índio moicano (ou cabelos espetados) coloridos, roupas velhas surradas (em oposição ao consumismo), casacos com frases de indignação às injustiças dos Estados repressores e a atitude subversiva, mostrando o PUNK.

Considera-se Cultura Punk, os estilos dentro da produção cultural que possuam certas características comuns, com o romper como modismos, como por exemplo o princípio de autonomia do faça você mesmo, o interesse pela aparência agressiva, a simplicidade, o sarcasmo niilista e a subversão aos padrões de cultura. Entre os elementos culturais Punk estão: a música, a moda, o design, as artes plásticas, o cinema, a poesia, e também o comportamento (podendo incluir ou não princípios éticos e políticos definidos), expressões linguísticas, símbolos e outros códigos de comunicação.

No final da década de 70 do século passado o conceito de cultura Punk adquiriu novo sentido com a expressão Movimento Punk, que passou a ser usada para definir a sua adopção por muitas pessoas e transformou-se numa tribo urbana, substituindo a pré-concepção existente de atitude individualista e fundamentalmente cultural pelo conceito mais abrangente de movimento social.

Ideologicamente independente, manifestação cultural revolucionária, subversão não coerciva aos modismos e pré-conceitos, mantendo sempre a independência e o desapego pela aceitação das maiorias, e por fim a constante discussão e conflito de ideias, são as bases do Punk.

Punk Marketing

Junta-te à Revolução

Beste Seller de Richard Laermer e Mark Simmons

 

Este é o livro que descreve a revolução, e para qualquer bom revolucionário nada melhor que um manifesto, para rever, e recordar as directrizes ou se preferir as linhas mestras, para a revolução.
 
Segundo os autores aqui estão os 15 pontos do manifesto:
 
•1.      Se Não se Arrisca, Morre …

Como no movimento Punk, não fica calado, acomodado, como a maioria dos jovens e as pessoas em geral, fazendo manifestações, boicotes, passeatas, e outras formas de inconformismo. Mostrando a sua cultura, e seu repúdio a todas as formas de fascismo, nazismo e racismo, autoritarismo, sexismo e comando.

No Punk Marketing, esse é o mote de trabalho. Cabe ao Marketeers romper com o preconcebido, fazer diferente, arriscar novas formas de chamar a atenção do consumidor, remover barreiras, fazer-se ouvir no meio do ruído, lançar produtos/serviços que realmente vão de encontro às suas necessidades latente e passivas.

Moral da história quem não arriscar nestes tempos conturbados e de mudança … morre …  

•2.      Por que não perguntar “Por quê não”?

Punk é um modo de vida, uma filosofia um pensamento.

Então ..  e “Por Quê Não”???

Considerar ou pressupor porquê???

Uma consideração ou pressuposto será sempre uma consideração ou pressuposto. Qualquer coisa que se assuma desta forma será sempre uma conjectura uma generalização ou como os autores descrevem uma meia verdade.

Não devemos nós, Marketeers, apresentar soluções, não é isso que os nossos clientes esperam.

“O Cliente é o único com o poder para nos despedir a todos” Sam Walton presidente da Wal-Mart

Soluções verdadeiramente criativas são o que todos esperam nestes tempos.

•3.      Adopte uma Posição Firme

” Tentar ser Tudo para toda a gente acaba inevitavelmente por ter pouco significado par quem quer que seja” Richard Laermer e Mark Simmons (2007) Punk Marketing

É necessário decidir se queremos agradar a Gregos ou a Troianos, ser tudo para todos não é possível, vai existir sempre quem não goste de nós, por essa razão devemo-nos concentrar em quem gosta de nós, aumentando o seu nível de satisfação e fidelização, concentrando-nos nas percepções, que os que gostam de nós têm, reforçando esse posicionamento nas suas mentes, e de preferência, que fiquem impressos a ferro quente.

É claro que devemos continuar a procurar novos clientes, novos mercados novos nichos, mas sempre com um posicionamento forte e coerente.

•4.      Não Ceda

“Os clientes são importantes, mas isso não quer dizer que estejam sempre certos” Richard Laermer e Mark Simmons (2007) Punk Marketing

O respeito do consumidor alem de merecido tem de ser ganho, e necessário mostrar ao consumidor qual o caminho, e relembra-lo, do porquê, que ele respeita na nossa marca.

•5.      Não Seja Controlador

Desista do controlo!

Quem controla, o quer ver, ouvir ou experimentar, é o consumidor, as barreiras ou melhor as defesas do consumidor estão no seu maior nível, não é mais possível chegar ao consumidor com comunicação não relevante para este, o comando é do consumidor, ele tem o poder de escolher.

•6.      Exponha-se

 Sim exponha-se antes que o cliente o exponha a si. A facilidade com que o cliente pode expor as suas opiniões, e desagrado, sobre a sua marca são ilimitados, basta haver uma vontade maior, e o cliente poderá deitar a perder, uma campanha elaborada de marketing. Qual a forma de aproveitar esta capacidade do cliente?

Honestidade! Honestidade!

Quem gosta de ser enganado?

Errar e natural, é humano, quem já não errou, pois bem como criar valor, com os erros que possam acontecer, é simples, honestidade, admitir o erro, corrigir, transformar o cliente na ferramenta da solução e faze-lo sentir, que ele foi a solução, e por fim mais um cliente fiel e próximo.

•7.      Faça Inimigos

Nada melhor que exemplo delicioso que os autores nos apresentam no seu livro.

“…Quando Sir Richard Branson lançou a Virgin Cola nos Estados Unidos comprou um anúncio de página inteira  no New York Times para desafiar o CEO da Coca Cola para um braço de ferro ( o perdedor abandonava o mercado norte americano) depois, ao estilo de Mussolini desceu a 5ª Avenida de Nova Iorque num tanque, à procura dele – com as câmaras sempre atrás.” Richard Laermer e Mark Simmons (2007) Punk Marketing

O posicionamento perante uma alternativa é indispensável, o cliente tem necessidade de conhecer as diferenças e escolher um lado.

Porque???

Alguém se lembra porque um Alfista não gosta de BMW e vice versa.

Não gostar de uma determinada marca!

Óptima oportunidade de vincar esse desagrado.

•8.      Deixe-os a Querer Mais

Ora não é isso que todos queremos! Que eles queiram mais e mais e mais …

Ensine-lhes todo sobre o que eles já sabem.

Superar as expectativas do cliente é a melhor maneira de o deixar satisfeito. De maneira que o cliente vais descobrindo novas qualidades na marca e a nossa função é que ele continue a descobrir novidades a superar expectativas. Para que nunca atinja o ponto neutro da marca, pois esta deve ter sempre mais algo a oferecer.

•9.      Pense à Frente da Concorrência

Pensar com clareza ou quase clarividência e preciso, estar atento as tendências do consumidor, como vou o surpreender? Como vou ser o primeiro a despertar a sua atenção para determinado aspecto? Como o vou fazer poupando recursos? Como vou superar os meus objectivos?

O processo de reflexão deve ser contínuo mas sempre com um olho no que esta a fazer a concorrência, e como o está a fazer, que sucesso está a ter, o que o consumidor diz sobre eles.

•10. Não se Deixe Seduzir pela Tecnologia

“A media já não é a massagem” Richard Laermer e Mark Simmons (2007) Punk Marketing

Os meios de comunicação não são mais a mensagem, devido ao seu fraccionamento, torna-se cada vez mais difícil chegar ao alvo pretendido, a tecnologia proporciona variadíssimos meios para a comunicação com o nosso consumidor, mas qual a que funciona, e que efeito, e quanto custa.

Ouvir,…  ouvir o consumidor é importante comunicar bem para com ele, o uso de tecnologia na comunicação tem limites de bom senso e educação, e deve ser regrada e cuidada.

Ouvir e conversar pessoalmente ou telefonicamente deve ser enfatizado, em relação a outros meios de comunicação tecnológica.

O simples será sempre simples.

•11.  Saiba Quem Você É

Se a marca não compreende em quê que é boa, como pode pensar ser, ou tornar-se algo que não o é.

Vou mais longe e sito Sun Tzu a Arte da Guerra ” conheça-se a si mesmo, e ao seu inimigo como a si mesmo, e sua vitória nunca será ameaçada”

Quantificar deve ser a ordem principal, quantificar, a marca, o mercado, o consumidor, a concorrência. Como se pode vencer o que não se conhece.   

•12.  Acabaram-se as Tretas de Marketing

O consumidor é que tem o poder

Chegue ao ponto fulcral. Expresse-se com firmeza, clareza e simplicidade. Einstein disse: “As coisas deveriam ser feitas o mais simples possível, mas não simplesmente simples.”  in Richard Laermer e Mark Simmons (2007) Punk Marketing

•13.  Não Deixe que os Outros Definam os seus Padrões

Qualidade é preciso!!!

Eleva a fasquia, procure chegar sempre mais longe e melhor, é necessário preterir a quantidade em deterimento da qualidade.

O consumidor não tem tempo a perder pois este é um bem escasso.

•14.   Use as Ferramentas da Revolução

“Escreva o seu próprio manifesto!”

Inove!

Rompa com o estabelecido!

As velhas formulas não funcionam mais!

•15.  Interroguem-se ó Participantes

Ajudem os autores as escrever este décimo quinto ponto do manifesto Punk Marketing

Consulte e ponha a sua opinião em www.punkmarketing.com

 

 

 

 

 

 

 

 

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